“Roda, roda, roda baleiro . Atenção! Quando
o baleiro parar põe a mão...”
Jingle Bala de leite Kids, 1978. Renato Teixeira e,
Sérgio Mineiro e Sérgio Campanelli.
Eu
nunca rodei um baleiro para escolher a bala mas, esta musiquinha faz-me pensar.
É preciso esperar o tempo de tudo,
analisar o movimento das coisas. A sorte ajuda, outras
vezes atrapalha. No entanto, posso afirmar que:
é bom ter clareza do que queremos
para que possamos ter uma decisão em mente antes mesmo do
baleiro parar.
Saber
o que se quer é importante porque define o foco. Saber o que não se quer é mais
importante ainda porque norteia e
concentra. Sobretudo, o baleiro não para por muito tempo; sempre é impulsionado
por novos desejos e novas decisões devem se formar. É mais ou menos como se
houvesse uma brecha entre um giro e outro, e ali, naquele momento, devemos
estar preparados para agir.
Se
vacilar, só na próxima volta. Só e se ainda tiver o sabor que a gente quer. Por
vezes, a bala cobiçada foi comprada por outros e as que sobraram já não
correspondem ao imaginado.
Adiantar-se
e querer pegar a recompensa com impetuosidade, antes mesmo da volta estar
completa, pode gerar acidentes , dificultar o acesso.... Perde-se o doce prazer da conquista também.
Quem
roda o baleiro da vida, normalmente, é o “dono da vendinha”. Ele é quem dispõe
os fatores mais importantes. Como todo
mundo, ás vezes, eu também quero
rodar meu baleiro para o lado que mais me agrada mas, na impossibilidade , obedeço as regras do Supremo e tento me preparar para
as pequenas brechas onde minha decisão pode ser a diferença entre minha
realização ou não.
Nem
antes e nem depois. Agir é verbo que tem a hora certa para ser conjugado.

Caaaaaaaaracoles! Sensacional! Tá ficando craque, hein, mocinha... A-D-O-R-E-I!
ResponderExcluirRevisora, não te achei.... espero estar fazendo a lição direitinho.. semana que vem meus amigos vem pro palco! Aguarde!
ResponderExcluirEstá sim, não se preocupe ... qualquer coisa será sinalizada rs..rs..rs
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