Sabe aquela pessoa que nem todas as palavras positivas
expressariam seu amor e admiração por ela? Sabe? Não?Xiiii... Sinto em lhe
informar mas, sua vida ainda não tem sentido... aliás, nenhum sentido.
Há muito tempo desconfio, e agora começo ter certeza, de que o propósito de toda uma
existência humana resuma-se apenas em sentir o trem inexplicável: o tal do
amor.
Não estou falando daquele amorzinho gostoso, de beijos, de
encantamento, que nos leva a olhar para o relógio de hora em hora, que nos mata
de saudade no intervalo de 7 dias e que desaparece num “zás trás” quando
começam os problemas. Também não me refiro ao amor de cumplicidade de quando
encontramos uma alma bem parecida com a nossa, em gostos e conceitos, mas ,que
mora em outra casa : o valoroso amigo. Nem é aquele amor de gratidão e
aconchego que sentimos junto aos familiares.
Falo do amor que justifica todas as renúncias sem mesmo
precisar delas; que nasce e cresce a revelia de todos os problemas,
incompreensões, julgamentos... Que completa, dignifica, soma e ensina. E não
importa o que os outros digam: ele não vai mudar.
Há oito anos eu posso vivenciar este sentimento e sei que,
graças a ele, minha existência já se justificou. Posso “cantar pra subir” a
qualquer momento se o Cara lá de cima não precisar mais de mim por aqui.
No budismo, o número 8 é sagrado. Representa solidez, a
finalização de um ciclo, os oito cantos de um cubo. Alguns cristãos consideram
este número como símbolo da harmonia. Para
os chineses, “ representa a prosperidade, mas quem conhece o estudo esoterista
sabe que isto significa muito mais do que bom augúrio/.../o número 8 preserva,
equilibra, estabelece, conforta e consolida, tornando tudo mais vibrante,
luminoso, seguro e com o instinto de preservação”¹. É o símbolo da eternidade,
só que de pé. Aqui, estamos tomados pela magia deste número tão próspero e
poderoso.
Na nossa vida nunca pudemos fazer grandes planejamentos... Nossos
dias, durante muitos meses, começavam com os dizeres: “o prognóstico não é bom”,
“é cedo pra dizer se ele vai sobreviver”, “neste quadro alertamos sempre para o
pior”. E, depois de passar tempos comemorando
“mensários” e enchendo os funcionários da UTI de bolo e bombom, –sim, porque
comemorávamos a vitória da vida por mais 30 dias e por não saber se um dia
cantaríamos um parabéns tradicional de aniversário – este ano foi-nos permitido planejar e sonhar.
Ainda que a esperança me acompanhe todos os dias e mesmo sendo uma
otimista nata, jamais poderia imaginar
trilhar tantos anos (tantos e bons anos) ao lado da pessoa mais forte do mundo.
Do garotinho adepto do “ comigo é 8 ou 80”. Que de tão forte me faz forte. De
tão determinado, faz-me determinada. De tão abençoado, só poderia se
chamar Bento.
Parabéns filho! Nosso papo de amor é eterno.
Sites
pesquisados:
1) http://www.terra.com.br/esoterico/monica/colunas/2008/08/04/000.htm
